sábado, 24 de janeiro de 2026

Critica da quinta temporada da Stranger Things

 Critica da quinta temporada da Stranger Things

Por Gibran Teske

Nota da quinta temporada - abaixo de zero com muito utafóquismo e mistério vazio
É a temporada em que a principal protagonista feminina foi reduzida a um plot secundário e um final ridículo em uma retcon das duas primeiras temporadas que foi focada mais no mistério estilo J.J Abrams sobre a sexualidade do Will. Era pra trama ter sido inspirada na do A Hora do Pesadelo 3 e não na do Lost. Iríamos ter cenas marcantes e o suspense que consagrou a série,
Dá pra ver claramente em toda a série que os irmãos Matt e Ross Duffer nunca gostaram da Eleven e só botaram ela como um grande fardo em todas as temporadas. Com certeza os irmãos Duffer queriam que o final dela na segunda temporada fosse fugir com a Kali que era uma personagem muito tóxica e destruiu a auto-estima da Eleven, mas como tinham que concluir a pedendente trama do laboratório da primeira temporada tiveram que fazer a Eleven fechar o portal

Só que como a Eleven e não o Will era o rosto principal da série desde a primeira temporada e tudo girava em torno dela e não do Will resolveram na quarta temporada colocar ela de volta ao subplot dela como fugitiva governamental e na quinta matar ela e para disfarçar decidiram fazer aquele epílogo depressivo ridículo onde dava pra ver claramente a atuação canastrona do elenco.

É por isso que fizeram a Max e não a Eleven ser a primeira amizade feminina de verdade do Mike, do Will, do Lucas e do Dustin. Ou seja desde a primeira temporada temporada os imbecis dos Irmãos Duffer fizeram a Eleven sofrer bastante pra ela perceber que é melhor se sacrificar de verdade junto com a Kali. Por isso fizeram esse final ridículo

A quinta temporada foi ruim no geral, pois os Irmãos Duffer chutaram o balde e ao invés de esclarecer tudo de forma coerente basicamente todos os três volumes foram puro uatafóquismo e a atuação do elenco estava bem canastrona. Cenas WTF são legais apenas em filme B ou filme mainstream que não se leva a sério. Elas não deveriam ter aparecido nessa temporada que é para encerrar a série e é para esclarecer todas as temporadas. Aqueles três volumes tinham cenas que me fizeram ficar igual a águia do filme Kickboxer como aquele plano ridículo da Joyce

A única coisa boa dessa temporada é o elenco e só


domingo, 26 de outubro de 2025

Jim Carrey como Freddy Krueger?

 Jim Carrey como Freddy Krueger?

Por Gibran Teske

o diretor Chuck Russell que dirigiu os clássicos A Hora do Pesadelo 3: Guerreiros dos Sonhos (que realmente é um dos melhores e mais criativos filmes da franquia A Hora do Pesadelo) e também o O Máskara (que transformou o Jim Carrey é um astro mundial no mesmo ano que ele fez os clássicos Ace Ventura e Débi e Lóide - Dois Idiotas em Apuros)  esteve recentemente em um podcast e sugeriu que o ator Jim Carrey fosse o novo interprete do lendário assassino Freddy Krueger alegando que Jim Carrey que consegue equilibrar o humor físico e o drama em seus filmes pode resgatar o espírito original do Freddy Krueger

Minha opinião sobre essa notícia:

A idéia é boa já que o Jim Carrey que é conhecido por comédias como as três citadas acima  já fez uma comédia de humor negro que pode servir muito bem para ele resgatar a personalidade original do Freddy Krueger caso aceite que é a O Pentelho em que ele interpreta um solitário operador de televisão a cabo que faz amizade com um cliente interpretado pelo Matthew Broderick, porém ele vai recusar por conta do passado sombrio do Freddy Krueger e também por conta do remake de 2010 que foi muito sério e muito sombrio

sábado, 18 de outubro de 2025

Clássico do Cine Trash comemorou 40 anos

"Dan Cain: He's dead?
Herbert West: Not anymore."

 Clássico do Cine Trash comemorou 40 anos

Por Gibran Teske


Ontem dia 18 de outubro a clássica comédia de terror Re-Animator que é adpatação para os cinemas do conto Herbert West: Reanimator se tornando um dos grandes clássicos do cinema dos anos 80 e do saudoso Cine Trash que exibia filmes de terror de orçamento muito baixo despretensiosos completou 40 anos de lançamento

O longa que levou o ator Jeffrey Combs ao estrelato teve duas continuações com Combs interpretando o Dr Herbert West em todos os três filmes. São elas: A Noiva de Re-Animator e Além de Re-Animator





sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Novidades de Todo Mundo em Pânico 6

"WAZZZUUUUP"


 Novidades de Todo Mundo em Pânico 6

Por Gibran Teske

Parece mentira, mas não é Shorty Meeks e Greg Phillipe vão voltar junto com a dupla Cindy Campbell e Brenda Meeks no sexto filme da franquia Todo Mundo em Pânico que faz paródia de filmes de terror. Recentemente os atores Marlon Wayans (Shorty Meeks) e Lochlyn Munro (Greg Phillipe) confirmaram que irão retornar ao Todo Mundo em Pânico 6 junto com as atrizes Anna Faris (Cindy Campbell) e Regina Hall (Brenda Meeks)

O filme estréia no dia 11 de junho de 2026 e as filmagens começam no dia 1º de outubro

sábado, 23 de agosto de 2025

atualizando pontos positivos e pontos negativos do Pânico 6

 Aproveitando que o Pânico 7 está vindo resolvi dar uma atualizada apenas nos pontos positívos e pontos negativos do Pânico 6 (a crítica que fiz em 2023 que será mantida aqui no meu blog oficial). Dessa vez a minha opinião sobre ele mudou: ele é bem mediano como o Pânico 5 ou seja assim como o 5 serve apenas para divertir

Pontos positivos do #pânico6:
- Morte do Jason: Essa trecho da cena de abertura foi bela homenagem ao Sexta-Feira 13 - parte 2 em que a Alice Hardy é assassinada de uma forma parecida ao abrir a geladeira. A diferença é que o Jason Voohrees dá uma gravata na Alice Hardy e a mata com um picador de gelo - cena do mercado, da escada, do santuário e do apartamento da Gale: As famosas cenas de perseguição não poderiam ficar de fora. Essas citadas foram as melhores cenas do Pânico 6 e que entram no hall de perseguições clássicas da franquia

- os palavrões foram traduzidos corretamente na versão dublada:
Obrigado censura 18 anos 😁
- A trama ambientada em NY: Mudar o ambiente da trama do filme foi uma excelente idéia e deu certo

- Quinn arrastando a lâmina da faca na barra de ferro do mesanino: Wes Craven ficaria orgulhoso dessa cena que foi uma homenagem ao Freddy Krueger
- A volta da Kirby:
Uma das melhores personagens do Pânico 4 voltou e sempre achei aquela cena que ela leva a facada dada pelo Charlie bem injusta.

Pontos negativos:

- ausência da Sidney Prescott:
Esse na minha opinião é o maior ponto negativo do Pânico 6 que realmente ficou muito estranho sem a presença da principal protagonista da franquia e ainda por cima deram uma desculpa esfarrapada que chamam de final feliz com a família. Pqp a franquia sempre girou em torno da Sidney Prescott e não da Sam Carpenter
- Franquia Facada: Chega de Facada.
- A revelação e a motivação foram iguais a do Pânico 2: Shorty Meeks estava certo é sempre a mesma coisa.
- Ghostfaces mais burros e fáceis de descobrir: Deu pra sacar que era a Quinn que ligou pra Gale, atacou a Gale e deu a facada na Mindy. Assim como deu pra sacar que foi o Bailey que matou o Jason na cena de abertura e o Ethan que matou a amiga da Mindy na cena da escada
- A resistência e força da Quinn na cena do apartamento da Gale: Que p... foi essa? Onde ela tirou tanta força pra arremessar aquele cara?
- Motivação dos ghostfaces:
Ninguém quer saber daquele mimimi do Ritchie que continua sendo o pior ghostface da franquia. A parte da motivação deles é a pior parte e ainda vazaram aquilo

- facadas no Chad e na Mindy:
"Yo, man. It's like I seen all this shit before."
- Confirmação da morte do Dewey:
O segundo maior ponto negativo do filme. Aquela cena do Pânico 5 foi desnecessária e preguiçosa que praticamente matou a franquia e fez os fãs perderem a oportunidade de ver o trio clássico junto deixando claro que a Sidney Prescott que é a protagonista principal da franquia
- o Skeet Urich foi muito mal aproveitado no filme: Só estava nesse filme porque tinha contas pra pagar para fazer a mesma coisa que fez no Pânico 5
- O motivo do santuário ser feito: Aquele santuário realmente foi uma boa idéia, porém o motivo dele ser feito foi muito tosco. O que raios o Richie que é o pior Ghostface da franquia tem haver com a trajetória da Sidney Prescott? Não tem nada haver com o que a Sidney passou nos quatro primeiros filmes.

- Gale foi muito mal aproveitada:
Apesar de ter muito destaque no filme a Gale estava ali apenas pra cumprir tabela e foi muito mal aproveitada no Pânico 6. Por exemplo naquela cena do santuário seria bancana ver a Gale bastante emocionada ao ver o boné e a câmera do Kenny até que ela conta com voz embargada ao Quarteto Top como aconteceu a morte do Kenny e diz que ele foi um herói assim como o Dewey


quarta-feira, 6 de agosto de 2025

resenha do disco 13

Em homenagem ao Ozzy Osbourne que infelizmente faleceu no dia 22 de julho de 2025 aqui vai a resenha do disco 13 o último álbum do Black Sabbath

2011 os fãs ficaram empolgados com a notícia de que o Black Sabbath estava planejando fazer um disco novo com a formação original sendo o primeiro com o Ozzy nos vocais desde o Never Say Die, mas houve um duplo banho de água fria: primeiro Tony Iommi foi diagnosticado com linfoma e depois Bill Ward desistiu por não aceitar o contrato. Mesmo com esse imprevisto Ozzy, Iommi e Butler decidiram continuar com a idéia de gravar disco novo

Eis que no caminho de Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Tony Iommi surgiu o produtor Rick Rubin que não só abraçou a idéia de produzir o disco novo do Black Sabbath como sugeriu para os três membros da formação original escalar o Brad Wilk do Rage Against the Machine e Audioslave para substituir o Bill Ward. Então em 2012 a lendária banda britânica gravou o novo álbum que se chama 13, além de retornar para a Vertigo sua antiga gravadora.
Agora que já contei a história do disco 13, vamos ao que interessa que são as oito músicas do disco oficial (só lembrando se eu escrever alguma coisa errada é porque sou leigo em resenha):
1. End Of The Beginning: É a primeira faixa do 13 lançada junto com a ponta do Black Sabbath no episódio Dante’s inferno do CSI – Crime Scene Investigation. Aqui começa a volta do Black Sabath aos tempos dos primeiros discos nos brindando com a bateria lenta do Brad Wilk, o baixo soturno do Geezer Butler, os vocais sombrios do Ozzy e a guitarra marcante do Tony Iommi fazendo nos lembrar da “Black Sabbath” música que dá nome a banda.
2. God is Dead?: O peso setentista dos instrumentos e a voz do Ozzy no primeiro single do 13 já mostra de cara que o Black Sabbath voltou com tudo. A música inspirada no texto do Nietzsche faz um questionamento sobre as pessoas que morreram em nome da religião. Originalmente a música se chamaria American Jihad, mas Ozzy não gostou da idéia.
3. Loner: O peso do Black Sabbath no disco continua com tudo na terceira faixa do 13 que lembra a música NIB (do disco de estréia do Black Sabbath) e o disco Master of Reality. Aqui o Tony Iommi mantém o nível alto e faz um grande solo de guitarra
4. Zeitgeist: Na música que lembra a “Planet Caravan” do disco Paranoid o 13 dá uma pequena acalmada. Em Zeitgeist o tradicional peso do baixo e da guitarra do Black Sabbath dá lugar ao toque leve do violão, já o blues aparece discretamente no solo do Tony Iommi.
5. Age of Reason: Na quinta faixa do 13 o peso volta com tudo e vai aumentando a medida que a música passa. Novamente Tony Iommi faz um solo marcante mostrando a sua genialidade.
6. Live Forever: E o peso setentista do 13 continua nessa música que lembra a época do disco Paranóid sendo uma música empolgante e direta ou seja uma típica música do Black Sabbath
7. Damaged Soul: Na penúltima faixa do 13 a gaita de boca do Ozzy e a guitarra do Tony Iommi se misturam fazendo o heavy blues que fez o Black Sabbath ficar conhecido no mundo todo dar as caras nessa música que lembra a música The Wizard. De brinde a Damaged Soul traz uma Jam entre o baixo do Geezer Butler, a guitarra do Tony Iommi e a bateria do Brad Wilk
8. Dear Father: Enfim chegamos na última faixa oficial do 13. A Dear Father que é uma aula de heavy metal faz uma crítica direta aos recentes escândalos sexuais que aconteceram no Vaticano e por enquanto encerra o 13 do mesmo jeito que o Black Sabbath (disco de estréia da lendária banda britânica) começou: com som de sinos e chuva.
Para encerrar a resenha falarei sobre o disco oficial no geral:
Ouvindo as oito músicas oficiais já digo que o 13 tanto a versão simples quanto a versão deluxe (falta agora eu escutar as três faixas do disco bônus pra completar essa resenha) é muito bom e vale a pena comprar. Ozzy, Geezer Butler e Tony Iommi estão ótimos e provaram que continuam mostrando que sabem fazer rock. Já Brad Wilk entendeu perfeitamente a essência do Black Sabbath e fez um ótimo trabalho no 13.


sábado, 31 de maio de 2025

Parem com a diversidade forçada

 Parem com a diversidade forçada

Por Gibran Teske

Tava demorando e começou de novo a papagaiada de fancast pedindo a Hunter Schafer para interpretar a Princesa Zelda no live action que vai adaptar clássica franquia The Legend of Zelda que tem estréia marcada pra 26 de março de 2027 

Como diria a bruxa do episódio da vassoura do Pica-Pau "E lá vamos nós"

Eu sou contra a escalação da Hunter Schafer para interpretar a Zelda que dá nome à franquia clássica que completa 40 anos em 2026. E como fã da franquia Zelda por ter jogado o A Link to the Past no Super Nintendo e assistido o desenho da DiC na Globo: Vou concordar com o Elvis Ventura do canal Heróis e Mais quando falou da escolha dos fãs para a Hunter Schafer supostamente interpretar a Mística dos X-Men: Isso não é fancast e sim diversidade forçada sendo enfiada goela abaixo.

Podem ficar de mimimilitância pelo que vou escrever aqui nesse texto sincero

Quem está sugerindo a Hunter Schafer para interpretar a Zelda realmente não é fã da franquia e sim é um mimimilitante de internet que quer colocar uma pauta política que nunca exisitiu nos jogos assim como foi a Disney escolher de maneira estúpida e gananciosa uma atriz latina arrogante pra desmerecer a maior obra-prima da própria Disney além de transformar a Branca de Neve uma personagem icônica que no desenho de 1937 é uma jovem doce e delicada que tem a cor da própria pele no próprio nome em um estereótipo irritante militante empoderada que ninguém aguenta mais ver e que a gente vê atualmente. 

E quando esses mimimilitantes falam que a Hunter Schafer é igual a Zelda do Twilight Princess como fã da franquia eu me sinto o hilário Xandir do Casa Animada cravando a espada em si próprio. Então vou dizer essas coisas

1 - A Zelda não é trans e sim apenas usa um disfarce masculino no Ocarina of Time

2 - A Zelda não é uma elfa e sim a reencarnação da Deusa Hylia (ou seja a Zelda Twilight Princess é descendente dela)

3 - O rosto da Zelda não é élfico e muito menos parecido com o rosto do Link. Ele é feminino e delicado porque ela é a reencarnação de uma Deusa

Pra encerrar a crônica: A Princesa Zelda no live action da franquia The Legend of Zelda tem que ser interpretada por uma atriz mulher biológica como a Freya Allen, Amanda Seyfried e a Anya Taylor-Joy que tem  o rosto que realmente lembra ela


Critica da quinta temporada da Stranger Things

 Critica da quinta temporada da Stranger Things Por Gibran Teske Nota da quinta temporada - abaixo de zero com muito utafóquismo e mistério ...