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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Filme trash tem que ter humor controverso

 Filme trash tem que ter humor controverso

Por Gibran Teske


O que seria o Lloyd Kaufman sem as bizarrices da Troma? Peter Jackson sem o humor negro da fase trash dele? O Noboru Iamaguchi sem sua Garota Máquina? Ou para entrar diretamente no assunto dessa nova crônica cinematográfica porque esse assunto me interessou: o que seria do Eli Roth que nesta sexta-feira está de volta aos cinemas americanos com o filme O Sorveteiro sem o futebol excêntrico do final do O Albergue - parte 2? A resposta é bem simples eles simplesmente seriam diretores politicamente corretos do cinema mainstream lembrando que o Eli Roth que se reinventa a cada filme que faz tentou abrir mão do seu estilo para agradar o público mainstream com o Desejo de Matar (com o Bruce Willis), o Mistério do Relógio Atrás da Parede e o Boderlands. E o resultado? Ele viu que o público mainstream não é a praia dele até que decidiu voltar com tudo ao splatter trash estilo que o consagrou fazendo o Feriado Sangrento e o O Sorveteiro

Pra mim filme trash tem que obrigatóriamente ter humor negro, pois ele não é apenas monstros toscos, cenas nojentas e situações bizarras. A piada de humor negro envolvendo uma criança que apareceu no Vingador Tóxico clássico de 1984 é pesada? Sim, mas é um exemplo de que o humor negro está no DNA do filme trash e complementa ele. Por isso que muitos estão recentemente atacando o Eli Roth porque fez piada polêmica com assuntos bem sensíveis no O Sorveteiro. Galera nunca assistiram o filme O Albergue ou o Cabana do Inferno? Essa sempre foi a assinatura do Eli Roth nos filmes dele e tem que respeitar. 

Para encerrar essa crônica curtinha: O filme trash tem que ter humor controverso



sábado, 27 de junho de 2026

Tem necessidade de mudar a origem de personagens?

 Tem necessidade de mudar a origem de personagens?

Por Gibran Teske

Na minha critica Mestres do Universo eu destaquei que o maior ponto negativo do filme foi a mudança na origem do Adam/He-Man e é basicamente o mesmo ponto que destaquei na critica do filme do Superman que eu sem querer apaguei (peço desculpas, pois um ano depois de ter assistido eu percebi). Ou seja recentemente nós vimos nos cinemas: Peter Parker recebeu o clássico conselho da Tia May no MCU, Adam cresceu na Terra após perder a espada do poder, manteve a trama de que o Kal-El foi enviado para conquistar a Terra, Kara não tendo o seu alter ego Linda Danvers depois que passa a morar em Midvale, Krypto sendo adotado pela Kara em Argo City. Tem necessidade disso? Não. Tem a esência do material original? Não. Isso é um desrespeito a origem original que nós conhecemos e amamos. 

Quando você tem um personagem consolidado seja de um filme ou de um quadrinhos que já uma origem estabelecida pelo criador dele e que faz o público conhecer, não faça o que o Travis Knight, Jon Watts e James Gunn fizeram recentemente com o He-Man, o Superman e o Homem-Aranha. Se você resolve alterar a origem de um personagem para tentar agradar quem não gosta desses personagens que eu citei você está tirando a essência dele e a personalidade dele. Por exemplo a Supergirl que conhecemos dos quadrinhos foi enviada para a Terra depois do envenenamento de kryptonita e foi adotada pelo casal Danvers que é a bussola moral dela na Terra, mas o Tom King e recentemente o James Gunn decidiram alterar essa origem dela descaracterizando ela transformando-a em uma anti-heroína bêbada sendo que ela nunca foi assim

E outra coisa Tom King e James Gunn o Krypto nunca foi da Kara nos quadrinhos, ela chega a ter aventuras com ele, mas o verdadeiro animal de estimação dela é o gato laranja Raiado. O Krypto nos quadrinhos sr King e sr Gunn foi enviado para a Terra em um foguete teste antes do Jor-El enviar o Kal-El para lá. Ou seja o Krypton sempre foi do Superman

A mesma coisa aconteceu com o Adam mudar a origem dele que foi crescer em Eternia junto com a Teela e aos 18 anos ir receber da Feiticeira a responsabilidade de ser o He-Man o grande campeão de Eternia para o Adam crescer na Terra e procurar pela espada do poder como citei acima praticamente anulou a essência da origem original dele

Com isso encerro essa crônica porque esse assunto é muito complexo




sábado, 31 de maio de 2025

Parem com a diversidade forçada

 Parem com a diversidade forçada

Por Gibran Teske

Tava demorando e começou de novo a papagaiada de fancast pedindo a Hunter Schafer para interpretar a Princesa Zelda no live action que vai adaptar clássica franquia The Legend of Zelda que tem estréia marcada pra 26 de março de 2027 

Como diria a bruxa do episódio da vassoura do Pica-Pau "E lá vamos nós"

Eu sou contra a escalação da Hunter Schafer para interpretar a Zelda que dá nome à franquia clássica que completa 40 anos em 2026. E como fã da franquia Zelda por ter jogado o A Link to the Past no Super Nintendo e assistido o desenho da DiC na Globo: Vou concordar com o Elvis Ventura do canal Heróis e Mais quando falou da escolha dos fãs para a Hunter Schafer supostamente interpretar a Mística dos X-Men: Isso não é fancast e sim diversidade forçada sendo enfiada goela abaixo.

Podem ficar de mimimilitância pelo que vou escrever aqui nesse texto sincero

Quem está sugerindo a Hunter Schafer para interpretar a Zelda realmente não é fã da franquia e sim é um mimimilitante de internet que quer colocar uma pauta política que nunca exisitiu nos jogos assim como foi a Disney escolher de maneira estúpida e gananciosa uma atriz latina arrogante pra desmerecer a maior obra-prima da própria Disney além de transformar a Branca de Neve uma personagem icônica que no desenho de 1937 é uma jovem doce e delicada que tem a cor da própria pele no próprio nome em um estereótipo irritante militante empoderada que ninguém aguenta mais ver e que a gente vê atualmente. 

E quando esses mimimilitantes falam que a Hunter Schafer é igual a Zelda do Twilight Princess como fã da franquia eu me sinto o hilário Xandir do Casa Animada cravando a espada em si próprio. Então vou dizer essas coisas

1 - A Zelda não é trans e sim apenas usa um disfarce masculino no Ocarina of Time

2 - A Zelda não é uma elfa e sim a reencarnação da Deusa Hylia (ou seja a Zelda Twilight Princess é descendente dela)

3 - O rosto da Zelda não é élfico e muito menos parecido com o rosto do Link. Ele é feminino e delicado porque ela é a reencarnação de uma Deusa

Pra encerrar a crônica: A Princesa Zelda no live action da franquia The Legend of Zelda tem que ser interpretada por uma atriz mulher biológica como a Freya Allen, Amanda Seyfried e a Anya Taylor-Joy que tem  o rosto que realmente lembra ela


segunda-feira, 3 de março de 2025

O Oscar escancarou a arrogância do cinéfilo brasileiro

 O Oscar escancarou a arrogância do cinéfilo brasileiro

Por Gibran Teske

Ontem aconteceu a cerimônia do 97º Oscar onde teve disputa acirrada em várias categorias e outras tiveram o favoritismo confirmado como foi o caso da Zoe Saldaña, porém nem tudo foi um mar de rosas para os cinéfilos brasileiros o longa do Walter Salles perdeu nas categorias Melhor Filme e Melhor Atriz. Na categoria Melhor Filme não vou comentar porque todo mundo já sabe que a vitória do Anora era inevitável, mas eu gostei da vitória da Mikey Madison porque isso realmente escancarou a arrogância e hipocrisia deles que esculhambaram a Demi Moore fazendo um nojento hate train em tudo que saia noticia sobre o Oscar e quando a Mikey Madison ganhou ficaram comparando a derrota da Demi Moore com o A Substância.

E também gostei do Ainda Estou Aqui ganhar o Oscar de Melhor Filme Internacional porque dessa vez o Walter Salles que é um excelente diretor mereceu vencer e justamente na mesma categoria em que ele próprio perdeu há 26 anos atrás. Sem contar que um filme legítimamente latino derrotar o polêmico Emília Perez já é histórico

Então pra finalizar essa crônica bem curtinha aqui vai o meu recado pra essa cacalhada que tá de mimimi no X

Não venham com essa de dar apoio a Demi Moore pela derrota no Oscar de Melhor Atriz, pois vocês "fãs" do cinema brasileiro viviam esculhambando a Demi Moore com xingamentos etaristas pesados desde quando ela ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical. Se ela vencesse vocês iriam massacrar ainda mais ela com hate train nas redes sociais dela, portanto vão cagar no mato pra ver se o aribú ti pinica e outra coisa a Academia já fez a reparação histórica na categoria Melhor Filme Internacional 



domingo, 23 de junho de 2024

Elas estão de volta

Elas estão de volta

Por Gibran Teske

Me deu vontade de escrever uma crônica cinematográfica inédita aqui no meu blog e pelo título dela vocês acharam eu que iria falar da volta das emoções da Riley no Divertida Mente 2? Não. Eu estou fazendo essa crônica cinematográfica nova pra falar da volta das cotas de tela que nesse momento é uma coisa  desnecessária e inútil ainda mais agora que o Rio Grande do Sul realmente precisa muito ajuda por conta da tragédia climática que aconteceu mês passado.

Na quarta-feira foi comemorado o "Dia do Cinema Brasileiro"  e nessa data importante para o audiovisual teve uma cerimônia oficial do atual governo relativo sancionou a Lei Nº 14.814 trazendo de volta a famigerada cota de tela que exige uma quantidade mínima de filmes brasileiros nas salas de cinema até 2033. O anuncio da volta da cota de telas que foi revogada em 2021 gerou várias críticas negativas causando a irritação daquela turminha de sempre que decidiu ofender chamando os que são contra a volta das cotas de tela de vira latas e dar a famosa desculpa da culpa do fracasso dos filmes nacionais ser de Hollywood.

Aqui eu vou escrever o que quiser e vou dar a minha sincera opinião: A volta da cota é inútil, pois as salas de cinema já exibiam uma quantidade mínima de filmes brasileiros desde o fim da cota antiga tanto que eu assisti o filme dos Mamonas no cinema sem a cota antiga não esquecendo os filmes nacionais mais recentes Nosso Sonho, Mussum: O Filmes, Minha Irmã e Eu, Os Farofeiros 2, e o Sequestro do Vôo 375 fizeram sucesso espontaneamente sem precisar dela. Sim é muito raro a Ingrid Guimarães fazer um filme que fez sucesso de forma espontânea. Portanto trazer de volta essa cota de tela em forma de lei exigindo mais salas para longas nacionais é realmente desencessário e isso só vai trazer de volta o insuportável monopólio da Globo Filmes que voltará a colocar goela abaixo seus capítulos longos de novela/minisséries e episódios longos de especiais ou humorísticos da Globo disfarçados de filme na programação dos cinemas reduzindo sessões de filmes que o espectador realmente quer assistir espontaneamente.

Pra finalizar: 
Não é com episódio longo de um humoristico do Rodrigo San'tanna que o cinema brasileiro vai ter mais salas. É fazendo filme bom que atrai o público ao cinema espontaneamente como o Mazzaropi, José Padilha, Paulo Gustavo, Renato Aragão, Neville D' Almeida, Bruno Barreto fizeram 




sexta-feira, 12 de abril de 2024

minha opinião sobre o futuro reboot do Todo Mundo em Pânico

 Minha opinião sobre o futuro reboot do Todo Mundo em Pânico

Por Gibran Teske

Crônica cinematográfica nova na área que vai falar sobre o reboot da franquia Todo Mundo em Pânico que foi criada pelos Irmãos Wayans. Chega de enrolação e "RUN, BITCH, RUN"

Eu estava circulando pelo X quando me deparei com a notícia de que no evento CinemaCon que a Miramax anunciou no painel da Paramount que vai fazer um reboot da clássica franquia Todo Mundo em Pânico que tem cinco filmes. Os quatro primeiros foram protagonizados pelas atrizes Anna Faris (a atrapalhada Cindy Campbell) e Regina Hall (a desbocada Brenda Meeks que foi coadjuvante no primeiro, mas virou protagonista a partir do 2). E então aqui vai a minha opinião sobre esse novo futuro reboot da franquia que vai estrear em 2025. Eu sou totalmente contra o sexto filme da franquia Todo Mundo em Pânico ser um reboot e a gente sabe muito bem que há 11 anos a franquia que faz paródias de filmes de terror e ficção científica está na geladeira justamente por causa do fracasso do quinto filme que foi um reboot apesar de ter o Charlie Sheen e o Simon Rex que estiveram no 3 e no 4 atuando. Por isso eu acho que fazer esse segundo reboot na franquia Todo Mundo em Pânico é um tiro no pé da Miramax que não percebeu uma coisa: A volta por cima da franquia Pânico.

Então ao invés de repetir o mesmo erro de 2013 a Miramax deveria ignorar essa idéia de reboot e aproveitar que a franquia Pânico voltou a ficar em alta por conta da boa bilheteria do Pânico 5 e do Pânico 6 para fazer o sexto Todo Mundo em Pânico trazendo de volta a Anna Faris e a Regina Hall já que elas foram as responsáveis pelo sucesso dos quatro primeiros filmes, pois o que os fãs realmente querem é a Cindy e a Brenda

Na matéria o produtor desse novo reboot do Todo Mundo em Pânico falou que eles vão parodiar vários filmes de terror e ficção cientifica que fizeram sucesso recentemente nos cinemas, pois eles renderam um ótimo material para as piadas. Eu tenho que discordar dele, pois a chance desse reboot ter uma piada muito ruim zoando o M3GAN ou o Five Nights at Freedy's - Pesadelo Sem Fim é muito grande. E está bem claro que a Miramax vai repetir o que justamente fez no quinto filme que é entupí-lo de piadas aleatórias muito ruins.

Antes de finalizar essa crônica quero dizer que o sexto Todo Mundo em Pânico realmente não deveria ser um reboot. Ele deveria trazer a Cindy e a Brenda de volta além de voltar às origens com o Pânico 5 sendo o alvo principal, pois ele realmente tem muito material pra boas piadas Pra finalizar.aqui embaixo vou citar algumas coisas deles. Obs: A volta da Brenda seria uma paródia da cena da volta da Kirby do Pânico 6

O Pânico 5 tem: - Amber (dá pra fazer uma zoeirinha com o julgamento do Johnny Depp) - Sam Carpenter sendo atacada no refeitório do hospital - todo o climax na Casa dos Matcher - Sam Carpenter conversando com o fantasma do Billy - a cena de abertura - Tara sendo perseguida no hospital



domingo, 10 de março de 2024

Crônica em defesa ao Akira Toriyama

Crônica em defesa ao Akira Toriyama


Por Gibran Teske


Crônica cinematográfica nova bem curtinha que tem haver com o falecimento do lendário mangaká Akira Toriyama que criou obras como Dr Slump e Dragon Ball além de colaborar com a franquia Dragon Quest e principalmente ser integrante do Dream Team do jRPG que criou o melhor jRPG de todos os tempos que é o Chrono Triiger. Sim a morte do Akira Toriyama que infelizmente aconteceu no dia 1º de março realmente irritou as feministas e também a turma do politicamente correto já que o anuncio aconteceu justamente no Dia Internacional da Mulher ofuscando a tradicional politização da data como sempre fazem. Teve um que fez uma tierlist politizando na maior cara de pau os clássicos e amados personagens que Toriyama-sensei criou e teve outro que vai entrar justamente no tema da crônica de hoje. No X (ex-twitter) um usuário chamado dave resolveu criticar a notícia da morte do Akira Toriyama que foi no dia 8 de março além de criticar também o próprio Toriyama-sensei chamando ele de autor mais sexista dos mangás. Na boa se o Akira Toriyama fosse realmente sexista ele não teria botado o Mestre Kame apanhando ou levando esporro da Bulma, não teria criado a Arale que é a protagonista principal do mangá Dr Slump que inspirou o Raccon Mario e o Tanooki Mario do Super Mario Bros 3 além de inspirar o boné com asa do Mario 64 e também não teria criado a Bulma que é a co-protagonista da franquia Dragon Ball que é uma obra que fala sobre valorizar a amizade e principalmente a família tanto que no Dragon Ball Z o Goku se sacrificou duas vezes para proteger a Terra, os amigos, o Gohan e a Chichi a primeira vez na Saga dos Sayajins e a segunda vez na Saga Cell. E dá pra notar nesse post que o dave também está criticando diretamente o humor do Dragon Ball e por isso mesmo eu decidi defender ele nessa crônica cinematográfica.  


Acho que o dave não entendeu o senso de humor único afiado e inteligente que o Akira Toriyama tinha quando criava as cenas cômicas e esqueceu que a franquia Dragon Ball em suas histórias marcantes não tem apenas lutas épicas e momentos dramáticos emocionantes como os dois sacrifícios que citei nessa crônica cinematográfica nova ela também aquilo que é a verdadeira essência dela: momentos cômicos carregados de humor ácido. Sim o Akira Toriyama já fazia comédia no Dr Slump e era fã dos filmes do Jackie Chan sendo que foi por isso que ele criou o Dragon Ball. Não adianta o dave vir no X problematizar o humor ácido do Toriyama no clássico e no Z sendo que isso faz parte do Dragon Ball desde 1984 chamando ele de autor mais sexista dos mangás já que o próprio Toriyama gostava era de escrever comédia ácida e muito politicamente incorreta, mas recentemente no Dragon Ball Super ele decidiu diminuir essas piadas ácidas pra encaixar esse humor politicamente correto chato atual sendo que o ponto forte da franquia sempre foi o humor ácido como por exemplo o Goku zoando o Kuririn dizendo que a cabeça dele parece uma bola ou o Gotenks gordo

domingo, 3 de março de 2024

Treta cinematográfica na área

 Treta cinematográfica na área

Por Gibran Teske

E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará".
João 8:32

A verdade quando aparece dói muito. 

Nessa sexta-feira  passada teve treta cinematográfica na área o perfil Senso Crítico irritou os pseudo cinéfilos militantes que são viúvas do Gláuber Rocha  causando uma enorme discussão no X dando uma bela voadora nessa turma quando postou uma verdade sobre o cinema brasileiro fazendo um meme provocativo citando o superestimado Bacurau no gênero Miséria Nordestina, o clássico Cidade de Deus no gênero Miséria Carioca, e o sem graça Um suburbano sortudo no gênero comédia da Globo ou seja ele foi certeiro em definir tudo que o cinema brasileiro faz. Eu concordo com tudo que esse perfil colocou nesse meme que deixou a mimimilitância irritada

Um perfil dessa turma falou que quem gostou do meme quer a americanização do cinema brasileiro. Americanização é meu ovo os gêneros de filmes brasileiros que chegam nos cinemas realmente são esses. Olhem esses três filmes brasileiros que estão pra estrear nesse ano 

Vitória: É claramente um filme que fala de favela carioca e tráfico Grande Sertão: Filme que fala de violencia no sertão nordestino

Ainda Estou Aqui Filme que fala da ditadura militar E esse mesmo perfil escreveu de forma jocosa que queremos filmes de super-heróis. Sim nós não só queremos como também temos Super-heróis brasileiros pra fazer filmes, animações e séries: Capitão 7 (teve série), Capitão Gay, Vigilante Rodoviário (teve série), Velta, Jaguara, Judoka (teve filme), O Doutrinador (teve filme e série), Overman (vai ter filme). Ou seja nós queremos filmes de super-heróis feitos pelo cinema brasileiro porque eles tem aquilo que o Cidade de Deus tem, os dois Tropa de Elite tem, os filmes dos Trapalhões tem e que as pornochanchadas tem que é o entretenimento

sábado, 27 de janeiro de 2024

Eu gosto do Godzilla da TriStar e do Godzilla de 2014

 Eu gosto do Godzilla da TriStar e do Godzilla

Por Gibran Teske

Pausa nas notícias e nas críticas aqui do meu blog oficial para falar de um personagem clássico do cinema o icônico kaiju Godzilla nessa minha crônica cinematográfica inédita.

Prestes a completar 70 anos em 2024 o Godzilla ou Gojira como é chamado no Japão, é um monstro muito famoso no Japão estrelando vários filmes produzidos pela Toho (o mais recente longa da produtora japonesa é o aclamado o Godzilla Minus One que estreou em 2023) além de ter duas versões americanas a da TriStar a do Monsterverse da Legendary Pictures que terá filme novo ano que vem chamado Godzilla vs Kong: Novo Império. Essa crônica é para defender as duas versões americanas

Vou ser bem sincero a partir de agora: Eu realmente gosto muito das duas versões americanas porque foram produzidas em épocas diferentes (a da TriStar em 1998 e a da Legendary em 2014) e elas retratam de maneira própria as duas fases que o Godzilla também teve no cinema japonês: a fase vilão e a fase anti-herói/herói.  Sem contar que eles divertem pra caramba.

Godzilla de 1998

Em 1997 com apenas uns modestos 130 milhões de dólares no bolso a TriStar se empolgou com sucesso do clássico Independence Day do mestre do cinema catástrofe americano Roland Emmerich e decidiu contratá-lo fazer a sua própria adpatação do Godzilla que ao contrário do de 2014 visualmente é completamente diferente do Gojira (O Godzilla original japonês). A adaptação estrelada pelo ator Matthew Broderick o eterno Ferris Bueller estreou nos cinemas americanos dia 20 de maio de 1998, mas infelizmente foi um fracasso

Godzilla da Legendary Pictures

Depois da Toho fazer um novo filme do Gojira em 2000 (o Godzilla 2000), em 2014 a Legendary Pictures decidiu criar o Monsterverse fazendo uma nova adaptação do lagartão com o Godzilla dessa vez tendo o visual mais parecido com o original de 1954 e ao contrário do de 1998 onde ele destruia tudo que via pela frente, aqui ele é anti-herói. O reboot fez um discreto sucesso gerando uma continuação chamada Godzilla II: O Rei dos Monstros.  Em março de 2024 vai estrear um novo filme do Monsterverse.


Por que eu gosto das duas versões?

Pra concluir essa crônica cinematográfica mesmo com algumas licenças poéticas em ambas as versões americanas eu gosto delas porque assim como a versão original japonesa da lendária produtora Toho elas também mostram o Godzilla como uma força da natureza matando pessoas e destruindo cidades além de mostrar as duas fases a que ele é um vilão (Godzilla de 1998) e a que ele anti-herói (Godzilla da Legendary Pictures)




terça-feira, 17 de outubro de 2023

Deixem os clássicos em paz

 Deixem os clássicos em paz

Por Gibran Teske
Sim deixem os clássicos em paz o que fizeram no O Exorcista: O Devoto que não tenho vontade de assistir foi uma ofensa ao William Peter Blatty que fez o livro que inspirou o clássico no qual é roteirista. Em outras palavras o roteiro desse filme novo desmereceu o sacrifício do Merrin e do Karras
Outro exemplo ontem eu estava assistindo o clássico Branca de Neve e os Sete Anões e estava tentando encontrar algo assustador nas cenas do príncipe que a Rachel Zegler insinuou na entrevista polêmica que frz rla virar meme. Não vi nada disso que a Rachel Zegler falou porque ele simplesmente se apaixona por ela e ela por ele tanto que a Branca de Neve deixa bem claro na música "Some day my Prince Will come"
Pra finalizar : Uma coisa que a Rachel Zegler e a Greta Gerwig realmente não entenderam é que não foi o beijo que salvou ela e sim o que salvou a Branca de Neve foi justamente o amor verdadeiro e puro que ela sente pelo príncipe.

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Chega de Hoffman


 Chega de Hoffman

Por Gibran Teske

Aproveitando a estréia do Jogos Mortais X que aconteceu no Brasil ontem e hoje nos Estados Unidos, decidi fazer algo diferente aqui nesse humilde blog e não no de crônicas: uma crônica sobre a clássica franquia Jogos Mortais.

A franquia criada pelos então novatos James Wan e Leigh Whannell através de um curta-metragem de baixíssimo orçamento feito por eles começou muito bem com os três primeiros filmes (mesmo com o Leigh Whannell no piloto automático quando fez o roteiro do 3), mas  tudo começou a decair por causa de um personagem arrogante que tem carisma de uma porta: Mark Hoffman. Esse personagem interpretado pelo carismático ator Costas Mandylor estreou como um mero figurante no 3 aparecendo apenas pra atrapalhar a Kerry que estava investigando a morte do Troy, porém do nada virou protagonista de quatro filmes da franquia (Jogos Mortais 4, Jogos Mortais 5, Jogos Mortais 6, Jogos Mortais 7), mas após dois filmes ruins que fracassaram a Lionsgate resolveu colocar o pé no chão e fazer o Jogos Mortais X que finalmente trouxe de volta para a franquia os verdadeiros protagonistas dela: John Kramer e Amanda Young, pois quando se fala em Jogos Mortais a gente já tem na cabeça a Amanda na armadilha de urso invertida (que estampou o poster final do primeiro filme que tem a tagline "Esqueça Seven") e o grande plot twist do primeiro filme com o John Kramer levantando deixando o Adam chocado ao som da marcante Hello Zepp.

Só que nessa franquia cheia de altos e baixos nem tudo é um mar de rosas agora que o Jogos Mortais X estreou nos cinemas e ele tem uma cena pós créditos obvia (spoiler) Hoffman ameaçando um dos caras que enganaram o John que não foi testado (/spoiler), mas o que me fez escrever essa crônica fora do meu blog paralelo de crônicas é isso aqui:

"
Oren Koules: “One of the things that we’ve read a lot about is that Jigsaw always seems so ahead of everybody. So one of the tricks in this movie that we wanted to show is that he’s been dealing with Detective Hoffman for a long time. So when he’s been ahead of everybody – and knows things that people are doing – it’s a little nugget for the fans to realize that he’s been talking to Detective Hoffman a lot earlier than we previously saw him in a movie."

Sim infelizmente estão querendo que o 11º filme seja mais uma vez focado no Hoffman. Vocês querem que o Hoffman seja protagonista da franquia pela quinta vez? 

Gil Brother Away: "Pô cara, de novo cara"

Michael Scott: "NO! GOD! NO, GOD, PLEASE, NO! NO! NOOOOOOOO!"

Chega de Mark Hoffman protagonizando mais um filme da franquia. Eu nunca gostei desse cara desde o terceiro filme e já tivemos quatro filmes em que o foco era nele fazendo a trama principal desses filmes ficar confusa e o resultado disso são os fiascos de bilheteria da franquia: Jogos Mortais - Jigsaw e Espiral. O quinto filme por exemplo mostrou mais a origem do Hoffman e o Strahm perseguindo o Hoffman do que a trama principal que era o jogo dos 5 ou seja não sabemos a ligação das 5 pessoas com o John Kramer tanto que o grande plot twist do filme tinha ligação com a morte da irmã do Hoffman e não com o jogo dos 5 que era a trama principal.

Ainda bem que o Jogos Mortais X devolveu o foco pro John Kramer e pra Amanda, pois o 4, o 5, e o 7 tiveram flashbacks bastante confusos que ao invés de esclarecerem todas as pontas soltas dos três primeiros bagunçaram tudo a única exceção são os flashbacks do Gordon do 7 e os flashbacks da Amanda do 6 que esclareceram todas as dúvidas. Vou ser sincero sobre essa idéia ridícula que o Oren Koules e do Mark Bourg deram: o Jogos Mortais 5 já mostrou o Hoffman antes, durante e depois dos eventos dos três primeiros filmes ou seja não precisa de um quinto filme com foco total nele.

Portanto ao invés de apelarem pro quinto protagonismo do Hoffman tem uma personagem feminina clássica da franquia que realmente merece ter uma trama bem mais explorada nesse período entre os dois primeiros filmes no Jogos Mortais 11 é a Alisson Kerry que era o lado racional da parte investigativa dos dois primeiros filmes da franquia enquanto o Rigg, Tapp e o Eric eram o lado impulsivo tanto que no 2 foi com calma e paciência que ela descobriu que o jogo do Eric era apenas ele conversar com o John Kramer. E sinceramente a cena que ela (no 3), o John Kramer (no 3), a Amanda (no 3), o Eric (no 4), o Jeff (no 4), o Rigg (no 4), morrem não foi com intenção de encerrar a franquia como planejado e sim foi uma forma que encontraram pra entregar o protagonismo da franquia ao Hoffman

Essa foi a minha opinião


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